Deputado Estadual Edson Giriboni é vítima de Fake News

Imagem da notícia falsa a respeito do deputado Edson Giriboni
Imagem da notícia falsa a respeito do deputado Edson Giriboni

O Deputado Estadual Edson Giriboni, mais uma vez, foi vítima de fake news. Nessa semana circulou pelas redes sociais a montagem de um notícia afirmando que o deputado seria o autor de uma lei que propunha que presidiários tivessem direito a salário, 13º e férias. A mentira foi compartilhada por algumas pessoas em cidades da região. “Infelizmente, uma parte da população é induzida a compartilhar essas notícias porque não checam se é verdade ou não”, declara o deputado Giriboni, autor de um projeto que inclui a educação digital no currículo das escolas estaduais, “também para orientar e ensinar como utilizar, da melhor maneira, essa ferramenta tão importante que é a internet”, afirma.

Essa não é a primeira vez que adversários inventam fatos envolvendo o nome do Deputado Estadual Edson Giriboni, que já abriu boletim de ocorrência contra essas postagens, “a polícia já descobriu de onde surgiram essas farsas e logo vamos poder revelar o nome desses criminosos”, diz Giriboni.

Membro da CPI de Crimes Digitais, criada na Assembleia Legislativa, Giriboni pretende tratar das fake news na Comissão, “são vários assuntos que iremos discutir, mas vamos colocar esse tema na pauta”, diz o deputado que deverá convocar pessoas da região para responder alguns questionamentos da CPI.

As CPIs têm poderes de investigação próprios das autoridades judiciais. Podem determinar diligências, ouvir indiciados e inquirir testemunhas, requisitar informações e documentos de órgãos e entidades da administração pública, inclusive concessionários de serviços, requerer audiências, determinar a quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico, tomar depoimentos e requisitar serviços de autoridades, inclusive policiais.

A justiça está preocupada com a proliferação de fake news, inclusive punindo pessoas que compartilham notícias falsas e criminosas no Facebook e também administradores de grupos de Whatsapp, por permitir postagens de fake news, caluniosas, ofensivas e que desrespeitem a lei.